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Atenciosamente- Rodrigo Dantas Gusmão.

Nudez masculina – Os peladões da TV brasileira!


A sensualidade é uma das marcas registradas de novelas e minisséries. No rastro dela, está a nudez. Cenas de corpos que se agarram e bocas que se beijam geralmente vêm acompanhadas de roupas caídas ao chão e um tantinho mais que a câmera acaba mostrando. Explorado no teatro, na televisão e no cinema, o corpo nu é um recurso utilizado por autores e diretores como forma de passar a “verdade” da cena, assim como provocar, atiçar a imaginação de quem assiste. Durante muito tempo, reinou o pensamento de que a sensualidade era um atributo exclusivamente feminino, tornando as mulheres nuas algo bastante frequente (e bem aceito) nas produções. A nudez masculina, quando havia, estava sempre ligada a situações vexatórias ou de embaraço. Com o passar dos anos, contudo, esse quadro mudou, e o corpo do homem foi, aos poucos, tornando-se objeto de desejo. 

Vinicius Manne: nu com a mão no
bolso na abertura de "Brega & Chique" (1987).
No princípio dos anos 80, essa mudança começou a ser vista, principalmente, na publicidade. Os comerciais de cuecas e artigos de banho passaram a mostrar homens se vestindo ou se despindo, sem grandes pudores – a propaganda das toalhas Artex foi pioneira nesse sentido. Na TV, a abertura da novela Brega & Chique inovava ao apresentar um homem andando com o traseiro à mostra, em pleno horário das sete. A justiça chegou a censurar, impondo uma folha de parreira nas partes íntimas do modelo Vinicius Manne, mas posteriormente liberou, deixando o rapaz nuzinho com a mão no bolso. A partir daí, bunda de homem passou a ser figura fácil em novela, em cenas que se tornaram memoráveis, como a do mergulho no riacho de Humberto Martins em Pedra sobre Pedra, a de Edson Celulari levantando da banheira em Fera Ferida e a do flagra do peladão Thiago Lacerda em Celebridade.
Edson Celulari em "Fera Ferida".

Antes disso, o próprio Thiago já havia mostrado seu bumbum, aplaudido pela audiência, em Hilda Furacão, minissérie que também tirou a roupa do ator Rodrigo Santoro. A televisão, assim, revive um fenômeno já visto no cinema, tanto nacional como estrangeiro. Em Hollywood, especialmente, tornou-se clássica a cena do homem sem roupa que levanta da cama após a noite de amor. Em sequências desse tipo, o público viu a bunda de Sérgio Marone, em Paraíso Tropical, e de Fábio Assunção, na novela Pátria Minha. Mas a nudez masculina não está necessariamente vinculada a cenas românticas ou de sexo. Elas podem estar inseridas em contextos engraçados, em que displicentes toalhas caem e as roupas somem, deixando os galãs peladões e provocando desmaios das colegas de cena. Assim aconteceu com Roberto Bataglin (Sassaricando), Malvino Salvador (Alma Gêmea), Marcelo Novaes (Chocolate com Pimenta), Reynaldo Gianecchini (Belíssima) e Murilo Rosa (A Padroeira).    

André Segatti na minissérie
"Labirinto" (1998).
Há, inclusive, novelas e minisséries que desnudaram praticamente todo o elenco masculino. Atores como André Segatti, Marcelo Serrado, Luciano Szafir e Fábio Assunção mostraram o traseiro em Labirinto, sempre em cenas picantes. O mesmo se viu em O Quinto dos Infernos, na qual o corpo nu do ator Carlos Bonow esteve presente em quase todos os capítulos iniciais. Mas nenhuma produção foi mais farta em peladões do que Uga Uga, novela exibida em 2000 com um time de homens sarados que faziam o público (e colegas de cena e de bastidores) perder o fôlego. No comando, estava Cláudio Heinrich na pele do índio Tatuapu, que exibiu seu bumbum malhado a novela inteira. Na mesma linha, os descamisados Marcos Pasquim, Matheus Rocha, Marcelo Novaes e Humberto Martins não hesitaram em tirar a roupa. Até o ator Ângelo Paes Leme mostrou a retaguarda para a audiência.    
Cláudio Heinrich em
"Uga Uga" (2000).


Tanto Uga Uga como O Quinto dos Infernos são da safra de Carlos Lombardi, o autor campeão em tramas libidinosas, famosas por mostrar o torso nu dos atores e por transformar a bunda masculina numa febre televisiva. Recrutado para salvar a novela Coração de Estudante, sua primeira providência foi apimentar as cenas e tirar a roupa do ator Vladimir Brichta, que vivia o peão Nélio. A partir daí, figurino não foi mais problema para o personagem, que começou a aparecer sem camisa em 90% das cenas. Aliás, o figurino dos atores principais das histórias de Lombardi sempre foi detalhe dispensável. Basta lembrar alguns dos papéis vividos por Marcos Pasquim nas histórias do autor. Nudez parecia algo obrigatório, recurso já utilizado muito antes, em 1992, na novela Perigosas Peruas, quando Alexandre Frota mostrou a bunda logo no primeiro capítulo e Rômulo Arantes vivia sem camisa (de cueca ou enrolado na toalha) para, ao lado de Bianca Byngton, dar vida ao casal Téio e Téia.  

Alexandre Frota em
"Perigosas Peruas" (1992).
Os anos 80 e o início dos 90 foram relativamente fartos em nudez masculina. Algumas cenas eram até compridas, como na novela Tieta, que mostrou o personagem Ricardo, de Cássio Gabus Mendes, correndo totalmente nu pela cidade de Santana do Agreste, após perder suas roupas. O programa Você Decide, exibido semanalmente pela Rede Globo, já chegou a mostrar um close fenomenal na bunda do ator Rodrigo Faro numa cena de sexo, assim como tirou a roupa do já conhecido modelo Vinicius Manne para viver um fantasma que ressurge após a morte para a atriz Ísis de Oliveira, em cenas ousadas. Com o tempo, porém, a nudez do homem, mesmo que apenas dorsal, começou a incomodar. O Ministério Público fez marcação cerrada e as emissoras, especialmente a Globo, passaram a cortar as cenas de nudez, sob a alegação politicamente correta de que elas “chocavam” a família brasileira.   

Dudu Azevedo em "Duas Caras" (2007).
Assim, dos anos 2000 para cá, o público viu menos homens nus na televisão – e mulheres também. Passou-se a investir mais no nu insinuado, de lado, não mostrado explicitamente. Os “tanquinhos” definidos continuaram aparecendo, em incontáveis cenas de atores sem camisa, de cueca ou de sunga, mas tudo adquiriu um ar mais comportado, em sintonia com as diretrizes da classificação indicativa. Em muitas novelas, proliferaram as cenas de banho, nas quais se vislumbra a nudez pelo vidro embaçado, e aquelas em que se vê algo pelas toalhas ou lençóis displicentemente ajeitados. Aguinaldo Silva se valeu dessa tática para mostrar um pouco da nudez dos atores Rodrigo Hilbert e Dudu Azevedo em Duas Caras. Dudu, inclusive, não chegou a pagar bundinha na novela, mas acordava desprevenido tantas vezes e se cobria com a toalha de forma tão desleixada que se tornou o peladão da história.   

Marcelo Picchi em "Dona Beija" (1986).
Fora da Globo, a nudez foi destaque apenas na Rede Manchete, que já explorava tanto o nu masculino como o feminino desde os tempos de Dona Beija – Gracindo Júnior e Marcelo Picchi foram os primeiros a tirar a roupa por lá. Galã da emissora, o ator Victor Wagner foi o peladão da vez em novelas como Brida, Tocaia Grande e Xica da Silva. Na Record, quase nada foi visto, a não ser algumas cenas de Escrava Isaura, com os personagens de Leopoldo Pacheco (o vilão Leôncio, que levanta da cama sem roupa) e Gabriel Gracindo (que anda a cavalo nu em pelo). Já o SBT mostrou recentemente homens “trajando” fio dental na novela Amor & Revolução. Em meio a tudo isso, o ator Pedro Cardoso lançou um manifesto contra a nudez, de modo geral, na televisão e no cinema. O protesto contou com alguns adeptos entre seus pares, sob a alegação de que se sentem constrangidos em aparecer como vieram ao mundo. Outros, contudo, revelaram não ter pudor algum. Basta a cena pedir que eles tiram a roupa. É o tal “contexto” que a tudo dá sentido, em nome da arte.
Leopoldo Pacheco em "A Escrava Isaura" (2004).
De lá pra cá, o que se viu foi muito pouco. Houve algumas cenas engraçadas (Ricardo Tozzi em Insensato Coração, que perde a toalha no meio da rua), ou dramáticas, como o banho de mar inteiramente nu de Malvino Salvador em Fina Estampa, mostrado muito de longe, mas ainda assim causando barulho na mídia. Uma exceção foi o remake de O Astro, exibido no horário das 23h, que mostrou o ator Thiago Fragoso com a bunda de fora em generosa cena, ao ficar nu na festa do pai, Salomão Ayala. O bumbum de Thiago foi bastante comentado nas redes sociais, em sites e colunas de TV, recebendo elogios e críticas, assim como o nu dorsal de Rodrigo Lombardi (Herculano Quintanilha) num banho de chuveiro, na mesma minissérie. Os mais conservadores argumentaram que a Globo devia maneirar com o excesso de bundas masculinas, mas até o final de O Astro, Henri Castelli também apareceu nu. 
           
O horário das 23h parece ser o ideal para as emissoras usarem e abusarem da nudez. Certamente será assim com Gabriela, com a diferença de que o foco das atenções não está em nenhum marmanjo, mas sim em Juliana Paes. Há correntes que defendem que a nudez, especialmente a masculina, funciona apenas como artifício para fisgar a audiência, elevar o ibope das novelas ou conquistar um novo segmento de público, como o gay. Uns aprovam e gostam, outros se incomodam. O nu masculino na TV pode ser um pouco de tudo isso, mas também não é nada demais. E as mães de família (e pais também, por que não?) que os mais conservadores tanto tentam defender impondo censura, bem que devem adorar. 

7 comentários:

  1. Eu acho que a nudez e semi-nudez feminina atrai mais público que a masculina (Vide o Faustão).Os homens são voyeur por natureza.E nos anos 70,as televisões já exibiam torsos nus como chamariz de audiência.E realmente,a bunda só virou fetiche nacional nos anos 80.

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  2. fala pessoal se vcs gostam de bumbum masculino devem gostar do meu por isso visitem meu site por favor e comentem lá no site o q mais gostam do meu peru bem duro ou do meu bumbum!
    vlw kedrian; e os sites q estou pelado são estes :
    https://www.mostreseupinto.com/@kedrian/
    www.mostreseupinto.com/DI4PPW4W/
    www.mostreseupinto.com/F04UMIIH/

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Quero uma bunda de um macho virgem de porto alegre meu e-mail wshcsalim@Gmail. com

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